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Crise político-econômica e marcas

Atualizado: 7 de Ago de 2018

Mesmo que ainda haja bastantes incertezas, os dias de uma da América Latina dirigida por elites corruptas está caminhando ao fim – pelo menos o apelo social cobra isso como nunca se viu-, como a transparência brilha uma luz em suas relações sombrias. À medida que as sociedades e instituições tornam-se mais responsáveis, os clientes exigirão igualdade e tratamento justo das organizações que consumirem seus produtos e/ou serviços.


Como já dito no texto anterior, o foco do populismo está se afastando da segurança material e da corrupção. Mas, para realmente entender o que isso promove nas organizações, há necessidade de aprofundamento nas questões.

 A crescente preocupação com a corrupção está sendo impulsionada por uma crescente classe média que se sente insegura e tem mais a temer (sem trocadilho, por favor) de elites corruptas.

Vimos um crescimento enorme na população da classe média na década até 2011, passando de 16% para 27% naquela época: 55 milhões de novos membros da classe média (Pew Research, 2015). Qual a consequência disso? Uma classe alargada de pessoas afluentes e politicamente conscientes que agora têm algo a perder, e por isso têm mais a temer (olha ele aí de novo, hehe) da corrupção da classe dominante do que os seus homólogos pobres, que estão focados na segurança material.

E, agora que o medo da corrupção está sendo agudizado pela desaceleração econômica - o Brasil, por exemplo, está passando a pior recessão em mais de um século - o que está colocando alguns consumidores de classe média com medo de voltar às classes mais pobres. O resultado é uma tempestade perfeita de condições para alimentar a raiva popular sobre a corrupção.

Enquanto isso, o aumento da conectividade continuará a capacitar a classe média emergente para ver por trás das paredes do governo e grandes empresas. Enquanto a região está atrás da Ásia, quando se trata de assinaturas de smartphones, ainda está prevista que a região adicionará 150 milhões de novos assinantes de Internet móvel até 2020, elevando o total para 450 milhões (GSMA, setembro de 2016). E não se esqueça que o Brasil é a terceira maior população de usuários do Facebook no mundo e a quinta maior população de usuários do Twitter (Statista, maio de 2016).

Pronto para montar a verdade que é a transparência? Tome uma atitude e seja um novo empreendedor, não só focado em lucros, mas na transparência com seus clientes, o que trará resultados mais duradouros, eficientes e transparentes.

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